Ucrânia, 8 anos depois do Golpe, a Guerra?


Putin vai para guerra? Ou ameaça para demonstrar força?

Exatamente há oito anos, os grupos fascistas apoiados pelos EUA, derrubaram o governo eleito da Ucrânia e tomaram o poder. Dois personagens agiram abertamente pelo Golpe, George Soros e sua fundação OSF, com a variação local, IRF – Fundação do Renascimento Internacional, conforme texto do Infowars, que reproduzi no blog nos post, Soros – O “exportador” de “Revoluções”, digo Golpes

“Muitos dos participantes das manifestações em Kiev assumiram fazer parte de determinadas Organizações Não Governamentais (ONGs) responsáveis por treiná-los em táticas de guerrilha urbana, em numerosos cursos e conferências promovidos pela Fundação do Renascimento Internacional (IRF, em inglês), criada por Soros. A IRF, fundada e financiada pelo multimilionário, orgulha-se de ter feito “mais do que qualquer outra organização” para a “transformação democrática” da Ucrânia, afirmou”.

O outro personagem, era Joe Biden, o falcão da guerra, vice-presidente dos EUA, que fazia o trabalho sujo, enquanto Obama distribuía simpatia, pelos os EUA e pelo mundo. Durante a metade da década passada, a dupla Obama-Binden, se especializou em desarrumar o mundo, exportando revoltas, jornadas, guerras sujas, mortes, intervenções militares, a chamada guerra híbrida, tudo isso sustentado pela máquina de guerra e de propaganda do “mundo livre”, em que a mídia livre comprou como verdade.

A queda do governo na Ucrânia em 2014 foi um dos grandes feitos da gestão Obama-Biden, levou tensão às portas de Moscou. Mesmo com o congelamento dos avanços da OTAN durante o governo Trump, neo-aliado de Putin, com a volta de Biden ao governo, agora como Presidente, a tensão voltou à toda carga. Com a vertiginosa queda de popularidade de Biden e de Boris Johnson, a guerra, as provocações, o apelo patriótico voltou ao cenário político.

Putin, o burocrata vindo da KGB/FSB, linha dura, comandou o ressurgimento russo, depois do esfacelamento da antiga URSS. Em 2014, conseguiu dividir parte da Ucrânia, mas não impedir o Golpe e os governos neofascistas financiados pelos EUA. Com a volta de Biden, e a insistência da entrada da Ucrânia na OTAN, deram a desculpa perfeita para um cerco, primeiro reconhece as províncias autônomas, pró-Rússia, depois age para “protegê-las”.

O mundo assiste espantado com essa escalada de guerra no ar, ainda regional, mas com risco de se generalizar. É preciso lembrar todas intervenções militares patrocinadas pelos EUA e seus aliados desde o fim da guerra fria, sem condenação da “mídia livre”, especialmente Iraque (duas vezes), Afeganistão, Líbia e Síria, as ameaças ao Irã, à Venezuela e tantos outros.

É importante lembrar, como fez a Der Spigel, revista alemã, que apresentou as provas de que, na época da dissolução da URSS, a OTAN havia se  comprometido a buscar alianças  com os novos países surgindo da divisão da URSS. Obviamente que os EUA nunca cumpriram o acordo, enquanto a Rússia estava em queda, eles avançaram, inclusive, negaram o ingresso da própria Rússia na OTAN.

O crescimento econômico e modernização da Rússia, hoje a segunda maior credora dos EUA, além do poderio militar herdado da antiga URSS, fez aumentar a preocupação dos EUA. A luz vermelha é uma aliança estratégica entre a Rússia com a poderosa Alemanha unificada, isso diminuiria completamente a influência dos EUA na Europa.

Há muito a acontecer, aguardemos, inclusive, as declarações de Soros e seus financiados via OSF, condenando a Rússia.

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