29 de novembro de 2025

9 thoughts on “745: O Fenômeno (Bicho)Grillo e a Crise de Representação

  1. Usando o “efeito Orloff ” como exemplo. a Itália amanhã pode ser a Espanha de hoje, fica a pergunta: Até quando as economias da França e da Alemanha vão resistir persistindo na mesma fórmula?

    1. Alexandre,

      No meu texto não considero voto no (Bicho)Grillo como de Direita, vejo como um “voto nulo” com “cara” e com muitas consequências funestas, por exemplo, 54 senadores e 108 deputados num parlamento polarizado, atuando sem plataforma ao sabor das loucuras midiáticas de Grillo? A coisa não se sustenta,

      Arnobio

  2. Me lembrei agora de uma eleição para o DAFA – nosso diretório na Arquitetura, quando houve uma divisão entre esquerda antiga e centro-direita, e surgiu uma terceira via – a do desbunde. Era chamada de Chapa Sã. Ganhou o diretório por grande maioria dos que estavam cansados dos discursos e práticas das outras. E não fez absolutamente nada de novo. Aliás não fez nem o obvio do dia a dia….a história se repete em maior ou menor escala sempre. Abraços

  3. Caro Arnóbio, vim a conhecer o teu blog a partir do Alexandre Ceará, e repasso o comentário que encaminhei para ele. As mesmas perguntas que fiz para ele, faria também a você. Um abraço, Guaracy.

    ei Ceará, valeu a dica. gostei do artigo e acho que entendi a posição que ele adota – e posso imaginar porque você se alinha com ele. mas queria mais dados a respeito de quem está junto (ou escondido atrás) de Grillo. e tenho algumas reticências. creio que você subscreve as teses de uma crise da representação e do risco bonapartista que embasam todo o argumento do Arnóbio, estou certo? outra coisa: você concordaria também que este tipo de argumentação assume como premissa que a única forma de aprender com a história é assumir que ela tem certa regularidade?

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