Temer, o missivista golpista, demitido via carta?


Casal Golpista em crise?

Pouca gente na vida tem a autoestima do golpista Michel Temer, por exemplo, com quase zero de intenções nas pesquisas em 2018, dizia, sem corar, que as pessoas pediam para que ele tentasse a reeleição. Não satisfeito, agora recentemente, perambulando pelos salões Golpistas, voltou a repetir de que clamam para que se candidate. Sem fala na sua auto análise de que se considera um grande Golpista (presidente).

A sua sordidez e a traição covarde, feita através de cartas, que as más línguas apontavam terem sido escritas por um jornalista do Estadão, fiel companheiro de jornada canalha. As “missivas” barrocas, rococós, davam vergonha alheia, um ar parnasiano para uma víbora, com seu veneno mortal.

Michel Temer sempre foi um político menor, mas que soube se atar ao poder, servindo a qualquer governador de São Paulo, depois aos presidentes da república, nos últimos 30 anos, inclusive, Bolsonaro, o mais trágico desacerto político do Brasil. Temer é um dos responsáveis direto por esse desastre trágico, culpar Dilma é de uma covardia sem fim, quem conspirou, colaborou e depois assumiu sem pudor o governo foi exatamente ele, sempre risonho, desfilando com sua jovem esposa, Marcela, e o pequeno Michel, já rico em tenra idade.

Michele Temer fez um governo horroroso, medonho, contra o povo, já naquelas missivas ridículas anunciava a tal “Ponte para o Futuro”, o que na verdade era o passado, a própria forma (via carta) denunciava o que estava por vir, e veio na cabeça do povo brasileiro, um governo corrupto, do centrão para o centrão, com os projetos da FIESP sendo passados goela abaixo num congresso conivente com a desgraça do Brasil.

O velho político Michel Temer se casou aos 62 anos com Marcela, que na época tinha 19 anos. Quando se tornou a (Golpista) primeira-dama, ficou famosa a frase de que ela era “recata e do lar”, uma antítese das mulheres feministas, que lutam e se afirmam por independência, valorização e empoderamente, numa sociedade machista e misógina.

Houve intensos boatos, nos últimos dias, de que Marcela se separou do Michel Temer, saindo de casa e lhe deixou uma CARTA. A ser verdade, seria uma vingança poética, pois, o missivista-golpista, teria sido “deposto” da função de marido pela mesma via que ele usou para trair a Presidente Dilma, é a lei do retorno?

Há desmentidos, mas ficou pensando na licença poética.

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