8 de março de 2026

0 thoughts on “134: Crise 2.0: (des)União Europeia (Post 133 – 87/2011)

  1. Era só o que nos faltava, os regimes endurecerem na Europa! Já não basta serem burros, têm que ser autoritários também? Coitados dos europeus, que horizonte terrível se apresenta… No sábado alguém comentou que a juventude lá não quer muito, ser mileurista já serve. Não sei o que pensar.

  2. A única certeza que sempre temos em época de crise é que o Estado tem que intervir para salvar o mercado que sempre luta pela intervenção mínima daquele. Pura ironia!
    O Capitalismo é realmente algo absurdo. Primeiro ele vem e vomita todas as facilidades de abertura de crédito e pagamento dessa dívida. Te acostuma a um padrão de vida álém de suas possibilidades e fala que isso é legal e possível de sustentar. Afinal, quem não quer sempre mais? O ser humano é ambicioso, não?
    Pronto, você é um consumista. Pode comprar tudo, pode ter tudo e pode prolongar o pagamto disso ad eternum. Pagando juros, mas só depois.
    O que há de se esperar de uma economia baseada no “depois”, no incerto? Somente quando se cai no abismo das dívidas é que se percebe o quanto isso é perigoso.
    Mas convenhamos que o culpado é aquele que não pagou a sua dívida e não quem o seduziu para contrair uma, duas, três.
    Em uma crise, só quem ganha são os bancos e financiadoras. Pois sempre recebem, afinal eles são as vítimas, certo?

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