Dos Insights para viver.


Vivemos de nossos insights, principalmente no tempo de escuridão.

“Sou livre; trago em mim a impávida verdade!” (Tirésias no Édipo Rei, Sófocles)

Olha só, realmente fui muito além do que talvez que AÎSA fiou para aquele quinto filho de Pedro e Fátima, que veio ao mundo na madrugada do último dia do mês de nome em homenagem ao imperador Júlio César, antes chamado de Quintilis, por ser o quinto mês romano, E vim, vi e venci, assim como perdi, tanto e tantas coisas que jamais tornam.

Um dia, lá atrás, em tenra idade, aprendi a ler e encantado por Monteiro Lobato, ou pelas traduções de Cony, mergulhei no mundo grego e romano, apenas na idade adulta, após a queda do muro, a literatura (de novo gregos e romanos, principalmente) me fez reviver, sonhar com reconstrução da possibilidade de um novo/velho de ruptura social e humana.

Da muitas reflexões perdidas nesse blog, questões passadas e presentes, se misturam, encontrei uma que diz tanto sobre sentimentos, vazios e dores:

  • “A vida estranhamente calma, invisível, ou pouco visível. Olhando daqui, ótimos e maravilhosos períodos, outros nem tanto. Mas quando “quebrei”, não podia ser qualquer coisa, produziu uma “fratura exposta” a soma de todo e qualquer mal, recaiu sobre mim, de forma inequívoca a perguntar sempre: Do que você é feito?”

E ainda não tinham acontecido as coisas mais dolorosas e excruciante, que arrancaram uma parte de mim, de nós, uma perda que não haverá qualquer lógica e explicação, quem sabe ao apagar minha luz, daí entenda, ou o silêncio final arbitrará o esquecimento, assim será, ou não.

Alguns dias desço ao infernum, quase não voltando mais, é tão estranho, não há mais lágrimas, engasgo.

De certa forma a racionalidade, uma séria de questões feitas e vividas, vão tomando conta da mente, os lugares em que fui, algumas coisas que fiz inusitadas ou fora do comum, insights maravilhosos, saídas gestadas, quando não parecia ter, aqueles apaixonantes bits e bytes descendo numa tela, de repente no meio de milhares deles, encontrava o que estava errado, era tão mágico, bobo isso, não?

Era desafiar o cérebro, a inteligência, uma certa vaidade, assustar os amigos, sim, muitos pensavam que era “sacanagem”, quando aparecia com uma “sacada” surpreendente, aquilo era libertador, baita sensação de prazer, de vitória e valia por qualquer coisa, noites acordadas, dias intensos.

Então, é isso!

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