The Dark Side of the Moon – 40 Anos

 

Pelo menos em seis artigos, deste blog, tem o Pink Floyd como presente ou como o fio condutor das histórias, e em tantos outros como inspirador inconteste, da banda de rock que mais influencia este blogueiro. Que realmente me faz pensar sobre uma imensidão de coisas. Ontem o famoso álbum do “prisma”, The Dark Side of the Moon, completou 40 anos, com  a mesma vitalidade, pois até de antes de surgir no seu formato final, já fazia a cabeça de muita gente. Meus  posts sobre  o grupo:

  1. Tempo
  2. Pink Floyd
  3. Vestido às Avessas
  4. Breathe
  5. The Final Cut
  6. David Gilmour ou The Blue

É quase impossível não referenciar e reverenciar o mais perfeito álbum deles e e um dos maiores da história do rock, numa lista de 10 músicas do Pink Floyd, coloquei quatro do disco: Minha lista, injusto mas vai de cabeça :

  1. Time
  2. Wish You Were Here
  3. Wearing the Inside Out
  4. Comfortably Numb
  5. Hey You
  6. The Final Cut
  7. Mothers
  8. Us and Them
  9. Money
  10. Shine on you crazy diamond

( Post Pink Floyd)

Este disco “conceito” foi gestado durante todo ano de 1972, segundo a wikipédia , sobre o álbum umas notas interessante, prévia ao seu lançamento , que diz que “mesmo antes de finalizar a gravação em estúdio, a banda iniciou a turnê The Dark Side of the Moon Tour, que durou de 1972 até 1973 e contou com shows nos Estados Unidos, Canadá e Europa, permitindo que a banda revisse e melhorasse as canções a cada noite; O concerto Dark Side of the Moon: A Piece for Assorted Lunatics foi realizado pela primeira vez no Rainbow em 17 de fevereiro de 1972 com uma plateia formada apenas por jornalistas e críticos, e recebeu avaliações muito boas de quase todos os presentes; Michael Wale, do jornal The Times, escreveu que o espetáculo “trás lágrimas aos olhos”, e Derek Jewell, do jornal The Sunday apontou que ambição da banda era “enorme”; por outro lado, a avaliação na revista Melody Maker foi menos favorável, apontando que musicalmente, as ideias eram grandiosas, mas que o efeito sonoro dava a impressão de que as pessoas estavam dentro de uma jaula em um zoológico. As novas canções foram apresentadas quase que na mesma ordem em que foram lançadas no disco posteriormente, mas o som apresentava algumas diferenças quanto ao som lançado mais tarde, principalmente devido a falta de sintetizadores e aos momentos em que eram lidas alguns trechos da bíblia no começo de algumas canções. A banda seguiu fazendo pausas estratégicas na turnê para realizar as gravações em estúdio, realizando o último concerto novamente no Teatro Rainbow em 4 de novembro de 1973″.

O fechamento e gravação final, assim como a capa, foi obra de Alan Parsons, o genial produtor, que já havia trabalhado com os Beatles. A capa com o Prisma foi uma genial ideia de Alan Parsons, a pedido do grupo que representasse aquele ambiente exótico e de extrema criatividade. É um disco psicodélico, quase um tributo à loucura de Syd Barret, afastado do grupo pela doença, mas que sempre foi uma espécie de guru e inspirador de Roger Waters. O disco é um todo, impossível de ser ouvido de forma “quebrada” mesmo tendo clássicos como Money e Time.

As referências ou coincidência ao filme  ”O Mágico de Oz”, que segundo dizem, se fosse retirada a trilha original e pusesse de fundo o álbum não se perderia a dinâmica do filme, não deve duvidar dela, Pink Floyd já trabalharam em trilhas sonoras, então conheciam bem a técnica de montagem filme/trilha. Fica como mais uma das muitas histórias e lendas de um dos álbuns mais vendidos em todos os tempos. Os números são fenomenais de um disco para ser levado como símbolo de uma época da história da música.

Fonte: Wikipedia

Fonte: Wikipedia

Pink Floyd HD – 1973 – The Dark Side Of The Moon

Imagem de Amostra do You Tube

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