In Liverpool

 

 

THE GLOBE CLAYTON SQUARE .....LIVERPOOL (Foto pertence ao acervo Galeria de ONETERRY. AKA TERRY KEARNEY )

 

Determinadas canções foram feitas para se ouvir repetidas vezes, sem cansar. Escutei “in liverpool”, de Suzanne Vega, certamente em 1996, num álbum que reunia vários cantores, num concerto por Sarajevo.  Foi paixão de cara, a letra, o poema, te levam exatamente à cena e o lugar. A voz dita o ritmo, uma combinação perfeita. A lembrança da melancolia de um domingo no fim do dia, parece universal.

 

Neste dias de uma carga emocional elevada, pus-me a ouvir a música, vontade de grande de me transportar para cidade, conhecer aquelas ruas vazias do domingo, ver e ouvir o que Suzanne captou naquele dia, pode ser que seja uma forma de fugir, viajar distante, aliviar as dores e os pensamentos pesados. Tirar pesos das costas , ver outra paisagem, outra gente, apenas sumir por um breve instante.

 

A cena do garoto que toca o sino, me faz lembrar de um outro garoto que chamava o povo à igreja. Havia o medo da corda subir demais e o peso do badalo fazer flutuar mais alto, o coração disparava, mas a tentação de ser puxado para cima era maior. Muitas vezes o padre reclamava, pois, o número de badaladas era muito maior do que as três de aviso, de que a missa estava próximo de começar.

 

In Liverpool

Suzanne Vega

 

In Liverpool
On Sunday
No traffic
On the avenue
The light is pale and thin
Like you
No sound, down
In this part of town
Except for the boy in the belfry
He’s crazy, he’s throwing himself
Down from the top of the tower
Like a hunchback in heaven
He’s ringing the bells in the church
For the last half an hour
He sounds like he’s missing something
Or someone that he knows he can’t
Have now and if he isn’t
I certainly am

 

Homesick for a clock
That told the same time
sometimes you made no sense to me
if you lie on the ground
in somebody’s arms
you’ll probably swallow some of their history

And the boy in the belfry
He’s crazy, he’s throwing himself
Down from the top of the tower
Like a hunchback in heaven
He’s ringing the bells in the church
For the last half an hour
He sounds like he’s missing something
Or someone that he knows he can’t
Have now and if he isn’t
I certainly am

I’ll be the girl who sings for my supper
You’ll be the monk whose forehead is high
He’ll be the man who’s already working
Spreading a memory all through the sky

In Liverpool
On Sunday
No reason to even remember you now

Except for the boy in the belfry
He’s crazy, he’s throwing himself
Down from the top of the tower
Like a hunchback in heaven
He’s ringing the bells in the church
For the last half an hour
He sounds like he’s missing something
Or someone that he knows he can’t
Have now and if he isn’t
I certainly am

In Liverpool
In Liverpool

 

 

Imagem de Amostra do You Tube

admin

Nascido em Bela Cruz (Ceará- Brasil), moro em São Paulo (São Paulo - Brasil), Técnico em Telecomunicações e Advogado. Autor do Livro - Crise 2.0: A Taxa de Lucro Reloaded.

Deixe uma resposta

Next Post

Crise 2.0: Espanha, outra Grécia?

qui abr 5 , 2012
Share this on WhatsApp   Ontem retomei a série Crise 2. 0, num artigo ( Crise 2.0: Panorama Geral)  tratando de visão global do conjunto de elementos conjunturais que forma este intricado quebra-cabeça da Economia mundial. Busquei localizar os principais vetores da Crise e a situação dos principais atores: EUA, Zona do […]
%d blogueiros gostam disto: