Por que escrever o Blog?

 

Blog é um barquinho sempre pronto para partir

Hoje, o dia foi mais do que corrido, só agora pude ver o blog, tinha publicado um novo artigo sobre a Crise 2.0, porém sinto que o blog está uma calmaria sem fim, as mudanças do último mês reduziu muito o trabalho, principalmente o de divulgação, aos poucos vejo que as leituras constantes são as que dão retorno e refletem o que é o blog, o que se propõe. Claro que seria muito bom que tivesse acesso massivo, mas não é o objetivo maior, assim, como está, me agrada. Os temas trabalhados serão melhor explorados, com o tempo ganho.

 

Trabalhei muito pelo formato final do blog, para que seu visual fique mais atraente e que facilitasse a leitura, além de permitir mais interação, também procurei subdividir alguns temas, o que também ajuda a segmentar os interesses, alguns podem me ler por política ou por mitologia, as divisões levam a uma procura mais rápida pelo assunto que mais lhe agrada. Claro que pode melhorar mais ainda, mas este formato foi o que de melhor encontrei, cada vez que troco ou simulo uma troca apresenta algum problema, fiquemos assim por enquanto.

 

Percebi nestes 31 meses que há muitos leitores que vem aqui, leem, mas os comentários são escassos, acabo ficando num dilema, se é por falta de interesse, ou por comodidade, seria ótimo que houvesse mais interação, mais participação, críticas do que preciso mudar, talvez estilo de escrever, ou mesmo os temas eleitos. Fico no escuro, mas vou em frente. Estimulado a escrever mais, estes últimos seis meses foram intensos, consegui publicar quase 3 artigos a cada 2 dias, parece que quanto mais publico, mais aparece coisa a falar. Sei que muitos amigos deixaram de acompanhar o dia a dia do blog, não tem problema, nem eu dou conta de revisar ou reler os textos mais antigos, vou repensar estas questões em julho.

 

Por enquanto é isto, vamos em frente, agradecendo sempre o carinho e paciência dos que aqui frequentam, é um desafio enorme de manter firme a decisão de escrever diariamente, o que me impulsiona é a abertura de fronteiras intelectuais, até então desconhecidas. A nossa tradição é oral, em quase todos os campos, na academia há um esforço enorme para que haja mais publicação, que se registre as experiências, então, para mim, que estou longe da academia, acaba sendo um prazer, saber que posso daqui produzir conhecimento, debates e compartilhar com tantos as minhas experiências e prazeres.

 

Como sempre, vamos avante!

 

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