A Luta contínua pela sobrevivência.


A sobrevivência no mundo digital e distante.

As datas comemorativas (hoje dia das mães ou qualquer outra que seja) são as mais difíceis de viver, de sentir, a sensação será de que não há o que comemorar, ou que sejam relativizadas, pois a vida seguiu de um jeito ou de outro, parece que o dia demora mais a acabar como se esperasse alguma coisa a mais de todos nós.

Vamos suportando, desviando os pensamentos para outras coisas, tentando organizar as ideias, claro que não é tão simples assim, mas é o que se pode fazer, ou melhor, é o que se tem que fazer mesmo, manter a serenidade e esperar um novo dia, que o domingo se desmanche, surgindo uma outra segunda-feira.

 As condições gerais da vida, trabalho e ganhos financeiros, por exemplo, tem dificultado para que se possa pelo menos sentir alguma tranquilidade, paz para seguir e não ter que sofrer outras pressões que aprofundam as dores e preocupações sobre o presente e o futuro.

Claro que essas questões de sobrevivência econômica são as mais comuns num país que vai caindo num buraco sem fundo, ano a ano, sem que se tenha esperança de haja uma reação ou melhora no cenário de queda. Então é lutar com todas as forças para se sustentar com o que for possível,

A paciência e a resiliência, são as qualidades para aguentar a situação e atravessar esses anos de tantas dores e sofrimentos, pessoais e coletivos, pois não ficamos alheios a tudo o que acontece em nossa volta, o que acontece com nosso povo, além dos nossos próprios problemas privados.

Por mais que as comunicações seja distantes, por meio digitais, a falta de calor humano, mas é o que se tem, as interações de apoios e sentimentos, não importando como sejam, mas o que transmitem.

Assim, seja!

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