Amor de Índio

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Xingu - Foto de Mariana Oliveira/G1
Xingu – Foto de Mariana Oliveira/G1

“Todo dia é de viver
Para ser o que for
E ser tudo
Sim, todo amor é sagrado
E o fruto do trabalho
É mais que sagrado”

(Amor de Índio – Ronaldo Bastos e Beto Guedes)

Depois de um bom tempo voltei a ouvir uma velha canção, uma viagem ao passado, os versos simples, despretensiosos, uma marca daqueles caras do “Clube da Esquina”, de bons poetas, bons músicos e delicadas músicas. A tocante “Amor de Índio” que traz à memória   tantas coisas boas, leves, um momento de vida em que tudo parecia ser mais fácil e descompromissado.

A vida foi ficando mais complexa e mais estranha e nos distanciamos de nós mesmos, do que somos e/ou fomos um dia, não sabendo se podemos voltar, reviver estes dias, estas velhas e ricas emoções. As dores presentes aumentam nas vésperas de novos exames da Lelê, o coração aperta, a fragilidade salta aos olhos, a sensibilidade explode, tem que buscar uma pequena fuga.

Duas, entre dezenas de versões, a de Beto Guedes e uma surpreendente com Maria Gadú.

Beto Guedes – Amor De Índio

Maria Gadú – Amor de Índio

 

admin

Nascido em Bela Cruz (Ceará- Brasil), moro em São Paulo (São Paulo - Brasil), Técnico em Telecomunicações e Advogado. Autor do Livro - Crise 2.0: A Taxa de Lucro Reloaded.

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