Crise 2.0: Por Um Mundo Sem Austeridade

 

 

Austeridade: assassinaram o futuro de milhões em nome de pouco.

 

O combate à crise é um tema recorrente aqui, na série sobre  Crise 2.0, apontamos algumas vezes as diferenças de políticas econômicas adotadas pelos blocos mundiais, para um melhor entendimento sobre este combate, sobre a Austeridade, afirmamos, em linha gerais que:

“A ação de um novo organismo, formado por FMI, BCE e Comissão UE, conhecido como Troika, piorou de vez a situação do Sul Europeu. A influência da Alemanha sobre a Troika leva a pesadas imposições aos seus parceiros do sul, exigindo constantes sacrifícios, naquilo que se denomina Política de Austeridade, nada muito diferente do que o FMI impôs à América Latina nos anos 80. Estas políticas que visam economizar todo e qualquer gasto estatal, com cortes nos salários, funcionalismo, pensões, saúde e educação, leva ao povo e aos trabalhadores uma vida cheia de privações e miséria”. (Crise 2.0: Como Combater a Crise? UE/EUA x BRICS )

Já sobre a Política de Crescimento, adotada pelos BRICS:

“Diante das duas crises, que faz parte um mesmo movimento do Capital, a força que surge deste quadro é bloco econômico, informal, denominado de BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), tem se caracterizado por buscar alternativas diferentes da optada pelos EUA e pela UE para combater a crise. Desde 2008 buscam mais integração comercial e principalmente enfrentar a crise de forma comum, com incentivo ao emprego, grandes obras públicas, fortalecimento do mercado interno e a alternativa de financiamento produtivo”. (Crise 2.0: Como Combater a Crise? UE/EUA x BRICS ).

Mas precisávamos demonstra cabalmente o desastre que é a política de Austeridade, mas não apenas dita por nós, mas sim constadas por eles mesmo. Então a a principal sacada do Crise 2.0 foi o questionamento da Austeridade, uma série de novos artigos colocando em relevo os efeitos cruéis de tais políticas:

  1. Crise 2.0: Austeridade Piora a Economia
  2. Crise 2.0: Mais 5 Anos de Crise
  3. Crise 2.0: UE – Buraco Sem Fundo
  4. Crise 2.0: O Custo Humano da Crise
  5. Crise 2.0: Despejos e Suicídios na Espanha
  6. Crise 2.0: A Obsessão Pela Austeridade

A denuncia é cabal, sem meias palavras, pois, paralelo a isto, os números tanto do FMI como da OCDE jogam para mais dois anos de mais crise, sem que se reveja a TARA e Obsessão pela Austeridade, expressadas aqui em dados e análises:

  1. Crise 2.0: EuroRrecessão
  2. Crise 2.0: Cenários Graves da OCDE
  3. Crise 2.0: Brasil Está Em Crise?
  4. Crise 2.0: Alerta Vermelho da OCDE

A polêmica vem de muito antes ( Crise 2.0: Austeridade x Crescimento) mas, só agora, com os dados e a maturação política é que a crítica se sustenta e bases sólidas, o velho e o novo liberal, nas palavras de Krugman sobre eles pois “porque, na realidade, o que eles propõem é austeridade hoje, amanhã e depois”O custo social é altíssimo, só sendo sustentado por uma nova forma de Estado, o Estado Gotham City (Crise 2.0: O Estado Gotham City), cuja força coercitiva é cada vez maior.

A denúncia da Austeridade, deveria ser acompanhada de um grande movimento alternativo ao modelo, que em parte se revelou nos indignados, no occupys, mas sem levar à cabo, que agora se organiza, como na Greve Geral da Zona do Euro, o #14N ( Crise 2.0: #14N e a Luta de Classes na UE). Mas continuamos a perguntar, pode se reverter o atual quadro?

admin

Nascido em Bela Cruz (Ceará- Brasil), moro em São Paulo (São Paulo - Brasil), Técnico em Telecomunicações e Advogado. Autor do Livro - Crise 2.0: A Taxa de Lucro Reloaded.

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