6 de junho de 2026

0 thoughts on “288: Nu

  1. Muito boa leitura, Arnóbio.

    “[…] A nudez não me assusta, a pele, os pelos, o pudor cobre, veste, mas o interior, as ideias e sentimentos estão livres para viver, criar, pensar, sem medo do ridículo, dos julgamentos.[…]”

    Sem medo do ridículo, do que diráo, voltou-se para dentro de si e encontrou o próprio centro.

    Parabéns.

  2. Parabéns! Fiquei encantada, tambem adoro os clássicos, mas não tenho a sua sensibilidade e talento.Que bom seria encontrar pessoas como você que nos emociona.Voltatei mais vezes. Obrigada.

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