Carlos Santana, o Mestre

 

O legendário Carlos Santana

Pela manhã, deixo cedo minha filha na escola, aí venho dirigindo pelas ruas de São Paulo, muito cedo, então o trânsito, em geral rola suave, quase sem paradas, vou avançando rapidamente ao trabalho, por muito tempo ouvia algumas rádios, destas que são dedicadas à notícias, o que acabava me irritando por bobagem, pois nem eu, muito menos eles, iriam mudar sobre o que pensamos do mundo, país e cidade. Resolvi abolir estes dissabores, passei a ouvir música, ou de CD ou de rádios mesmo. Passou a ser mais prazeroso o caminho até aqui.

 

Ultimamente tenho ouvido a Cultura FM( basicamente músicas clássicas), a Kiss FM( Rock), de vez por outra dou uma sapeada em outras rádios, buscando alguma música, que não ouço faz tempo, ou alguma coisa nova que me agrade. Nas duas primeiras, as programações são ótimas, as informações sobre o que tocou, época. A Cultura FM tem mais detalhes, enriquecem o que você ouviu ou vai ouvir, as árias, óperas, sinfonias, os peças. Nome, ano, compositor, quem gravou, algumas informações a mais sobre a obra, um repertório, não comercial, que permite ao ouvinte se familiarizar com o que eles apresentam.

 

Hoje nestas buscas caí numa rádio e só em ouvir os acordes da guitarra, já imaginei ser do Mexicano Carlos Santana, não sabia quem era a moça que cantava, mas a inconfundível forma de tocar de Santana, enche de vida qualquer música. Fiquei curioso para ouvir mais vezes a canção, mas não sabia quem era a moça, muito menos o nome da música, pois as rádios comerciais “economizam” até nisto, acaba o som, já entram com propaganda, não dando chance de saber quem o que se ouviu. É costumeiro isto, tive que ir ao Youtube e pesquisar sobre quem era a cantora.

 

A ótima surpresa era que Carlos Santana dava base para a voz de uma música leve, gostosa de ouvir,  na voz de Michelle Branch, uma jovem bela e talentosa cantora, guitarrista e compositora, juntos gravaram a “The Game of Love” (2002) ( que tocava na rádio) e “I’m Feeling you” (2005). Valeu ter pesquisado, pois passei a conhecer mais uma boa música, que o grande Santana apresenta, com muito bom gosto e sempre uma ótima música.

 

Aliás, Carlos Santana tem uma infinidade de parcerias, sua poderosa guitarra já acompanhou tantas gerações em gravações ricas, alto astral, leve, descompromissada. A competência dele impressiona, brilha por si, sem eclipsar a quem canta com ele, tantos jovens, como no caso de Michelle ou Rob Thomas, na dançante “Smooth”. Ou participações mais que especiais em “Breathe” de Faith Hill. Brilha também com os ritmos caribenhos, acompanhando Rick Martin ou Maná, a sensualidade da guitarra soa mais bela.

 

A grande versatilidade e vitalidade impressionam, em tantos momentos brilhantes, que ele demonstra que a longa carreira continua intensa. Desde longínquo Woodstock até  hoje, ele é um dos mais requisitados músicos.

 

Imagem de Amostra do You Tube

 

Imagem de Amostra do You Tube

 

Imagem de Amostra do You Tube

 

Imagem de Amostra do You Tube

 

Imagem de Amostra do You Tube

0 thoughts on “Carlos Santana, o Mestre”

  1. Uma coisa que gosto no Santana é que ele está sempre se renovando, sempre trazendo coisas novas. Não ficou encravado nos seus sucessos antigos.

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: