Resolvi criar uma nova categoria no blog para abrigar os roteiros, para dar maior visibilidades aos estudos, posts, mais antigos que agora passo a organizá-los nestes posts com objetivo de facilitar tanto a leitura deles, como também consultar, além de alinhavar os caminhos que percorro na elaboração de determinados temas […]

      Dando continuidade aos posts de roteiro/revisão do blog para facilitar aos que chegaram mais recentemente, além de ajudar a compreender de forma mais global a linha de elaboração de temas e assuntos, depois de publicar Homero – Um Roteiro, partimos agora para roteirizar as tragedias, dentro do mesmo […]

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        “Com sacrifícios e preces amáveis, com libações e fumaça das oferendas, os homens os conquistam pelas súplicas, quando alguém transgrediu e errou” ( Ilíada ,Canto IX, Homero) Como a atividade de blogar é muito dinâmica, os textos publicados se perdem com facilidade entre um e outro, […]

      A Série Crise 2.0 cresceu muito, acabei enveredando por muitos ângulos da crise, entrando em muitas frentes, produzindo uma quantidade razoável de artigos e muitos que leem o blog não conseguem acompanhar, alguns me pedem um roteiro para ler os artigos se não integralmente pelo menos os que […]

      “Não existe crise permanente do capital, o que existe são crises periódicas em permanência” (O Capital – Marx) A série Crise 2.0 pode ser lida de forma autônoma, sem se preocupar em sequência ou se perdeu qualquer post, até porque tenho tido muitos assuntos e escrevo quase que […]

  “A superprodução de capital se assemelha àquela doença que na medicina é denominada de pletora, uma produção crescente e descontrolada de sangue que não pode encontrar vazão nas limitadas veias e artérias do sistema circulatório do organismo humano. Mas as modernas crises de superprodução não são naturais, são históricas. […]

    “Voa sem confusão, desde o supernoempíreo, à vária terra, ao negro inferno!” (Fausto – Goethe) Este pequeno blog tem se dedicado a questão da crise, que aqui denominamos de Crise 2.0, não por modismo, mas porque tem a ver com uma nova dinâmica das crises do capital, pois […]