“Quando penso no teu rosto, fecho os olhos de saudade Tenho visto muita coisa, menos a felicidade Soltam-se meus dedos tristes Dos sonhos claros que invento Nem aquilo que imagino Já me dá contentamento” (Marcha – Cecília Meireles) Algumas leituras sombrias, talvez não sejam apropriadas ao período do ano, esse […]