Eleições 2022: A Disputa de Narrativas nas Redes Sociais.


FakeNews: O maior risco à democracia nas eleições presidenciais.

Fico pensando o que passa na cabeça de uma pessoa (várias) que tentam me adicionar em redes sociais sendo elas, especialmente, bolsonaristas, abertamente ou envergonhadas. Sim, antes de aceitar vou procurar os posts, olhar, não apenas em relação ao Bolsonaro, mas os valores elementares de empatia e Direitos Humanos.

Mesmo os que apagam posts (estilo Luciano Huck) em que apareciam apoiando essa monstruosidade que tomou conta do Brasil, essa ideologia de violência e barbárie, cedo ou tarde, acabam “se entregando”, uma piada homofóbica, uma defesa “inocente” de responsabilidade penal ao 16 anos, ou “vacila” falando de meritocracia.

Às vezes até enganam bem, por um tempo, longo ou não, mas um dia vem o que realmente pensam, isso é básico demais.

Estamos entrando no período eleitoral, na mais importante disputa de governo, a escolha do Presidente da República,. Desde pelo menos 2010, naquela disputa rasteira entre Dilma e Serra. Ele trouxe uma máquina de fakenews, um grupo de um guru indiano que causou estragos. Identifico que ali, 2010, o momento em que efetivamente se destampou a podridão.

Antes de 2010, as bizarras disputas do Orkut e MSN (lembram deles?), olhando hoje, parecia rinha de movimento estudantil. A chegada do Twitter e, principalmente, do  Facebook, a narrativa mudou de nível, subiu desavergonhadamente a quantidade de perfis fakes, de contras robôs, ainda que não fossem tão articuladas.

Essas mudanças explicam as jornadas de junho de 2013 e todas as consequências funestas, a ascensão da extrema-direita foi pavimentada pelas redes sociais, o controle centralizado e manipulador dos algoritmos das redes sociais.

A Direita não é mais inteligente, ela apenas tem acesso à ferramentas e suas publicações tatibitate são amplamente repercutida, os memes, as aberrações mais bizarras ganham corpo e força nas redes sociais. Dificilmente sem essa máquina de mentiras, terraplanismo ou mamadeira de piroca, se criariam, virando “verdade”.

Essa é a 4ª eleição presidencial sob essa nova égide de disputa, estamos preparados para o enfrentamento?

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