Interdição de Bolsonaro é Questão de Saúde Pública.

BASTA, simplesmente não dar mais. É questão de Saúde Pública.

A autodestruição de Bolsonaro é perigosa demais, ele se autodestruiu,não engana nem mais parte dos devotos. O risco no meio desse caos, de desastre humanitário, é que Bolsonaro e sua família partam para o desespero, pelo isolamento completo político, tentem um golpe e não tendo como reagir, tenham relativo sucesso, ou dividam ainda mais o Brasil

Ontem, 21.03, fez publicar uma Medida Provisória em que interviu em várias decisões de governos estaduais, como na questão de transportes e deslocamentos entre estados e cidades.

Ou seja, o desgoverno Bolsonaro não consegue fazer nada positivo, porque reflete quem é a figura, sempre foi um deputado baixo clero, metido a espertalhão, com o mono-tema de defesa da Ditadura, era quase folclore. apenas a loucura nascida com as jornadas de junho de 2013, produziu esse ambiente cafajeste.

A eleição de 2018, o Brasil desceu ao fundo do poço. Agora, esse desastroso governo, é o Volume Morto. A presente gravidade, desnudou ou fez a grande maioria acordar do transe maluco, muitos perceberam o enorme buraco em que o país se meteu.

Bolsonaro demonstra quem é, em toda sua extensão, simplesmente não entende o que deveria fazer, cometeu vários crimes de responsabilidade, pois porque não respeita as instituições, a presidência, a democracia. Nesse isolamento desautoriza até alguém com alguma lucidez, como o ministro da saúde,  provoca e enfrenta com seu jeito chulo os governadores, prefeitos, que tentam fazer algo para combater à catástrofe que se anuncia.

Bolsonaro se aconselha com os seus “meninos” de casa, ou seja, só piora. Também ouve os medíocres como Moro com suas propostas punitivas, no meio do caos.

Esse governo ACABOU, não de Direito, mas de Fato, ninguém presta atenção no que esse alienista fala, mas a caneta (bic) na mão causa muitos estragos.

Tem que ser INTERDITADO, por uma questão de Saúde Pública.

Mourão é a solução constitucional, com outro gabinete, de salvação nacional, com todos os partidos,  sem Guedes, Moro, Damares, Weintraub, Araújo. É a saída menos traumática, imediata, enquanto durar essa crise humanitária gravíssima. Depois um acordo geral para eleições gerais.

É o que nos resta, para Ontem.

admin

Nascido em Bela Cruz (Ceará- Brasil), moro em São Paulo (São Paulo - Brasil), Técnico em Telecomunicações e Advogado. Autor do Livro - Crise 2.0: A Taxa de Lucro Reloaded.

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