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  Os postes carregados de cabos e nós, uma dura metáfora da vida e da cidade, que teima em crescer, crescer, acumular, mas nem varre mais para debaixo do tapete, nem varrerá, suas sujeiras e imperfeições. Cabeada no ar, cheia de nós, de enrosco, nada mais responde à civilidade, mas […]